segunda-feira, 6 de junho de 2011

PRESIDENTE DA CÂMARA DEVE DISPUTAR PREFEITURA

Jovem, da nova safra política, e no exercício de seu terceiro mandato consecutivo no Palácio Presidente Tancredo Neves, o vereador Célio Targino, presidente da Câmara Municipal de Guajará-Mirim, é virtual candidato a prefeito do município.

Filho de Guajará-Mirim, cirurgião-dentista, membro da tradicional família Melo e do quadro de servidores públicos do Município, o vereador admite nas conversas informais e entre amigos, que está pronto para disputar o Palácio Pérola do Mamoré na eleição de 2.012.

A verdade é que o povo está cansado de fazer comparações entre aquilo que dizem alguns políticos em campanha e aquilo que fazem como políticos após a posse. Votar é escolher, calcular e raciocinar. E mais: é uma decisão que implica um exercício de imaginação política. Após 10 anos na Câmara, o que lhe propiciou enorme know-how acerca dos problemas de Guajará-Mirim e também cansado de discursos vazios, CTM se prepara para a difícil missão de governar a Cidade Pérola.

“É preciso retomar o crescimento de Guajará-Mirim e é de extrema importância que se saiba como fazer isso, ou seja, criar as condições. Hoje o eleitor não quer mais saber de conflitos de idéias e projetos. O povo quer melhoras para a cidade, e por conseqüência, para suas vidas. A minha história pessoal, a competência e capacidade para redesenhar o futuro, acredito que me credenciam a disputar o cargo de prefeito de Guajará-Mirim”, afirmou o presidente da Câmara.

11 comentários:

Daniel Alves disse...

Meu amigo puxa-saco, digo jornalista, vou te mandar uma procuração, veja se consegue registrar minha candidatura para prefeito dessa cidade.

Com essa sua última notícia está me dando dó de Guajará.

Beiradeiro disse...

Uma ótima notícia. Digna de comemoração.
Pelo menos ficaremos livre dele por, no mínimo, quatro anos, como ficamos livres do Vandeco.
Que tenha o mesmo destino do seu antecessor.

Fábio Marques disse...

Caro Daniel, Aceite um conselho: fique por aì mesmo. Chega de forasteiro querendo se intrometer nos nossos assuntos internos e que só nos dizem respeito. Assim como queremos o Brasil para os brasileiros, queremos Guajará-Mirim para os guajaramirenses.

Brucutu, no seu calo disse...

Então não vá mais lá no Brasil. Fique só no seu vilarejo. Principalmente não aceite subsídios dos "manos" do sul maravilha. Quando for de buzão, volte de buzão... mas não seja hipócrita assim. Todos sabem qual é a sua. Você acha que é respeitado? Não seja mais ridículo do que a sua fama no meio social. Sei que você não vai postar meu comentário, mas pra mim basta você ler. Sua democracia acaba no seu bolso furado.

Daniel Alves disse...

Nesse espaço democrático quero aqui parabenizar: "BRENDA Calcados e Confecções,o Vereador Gerard e seu Partido, o PSB; também o Vereador Sergio Bouez,do mesmo partido , e o escritório Advocacia Assessoria e Consultoria Jurídica, pela coragem e ousadia em manter seus nomes aliados a textos tão bonitos como o comentário acima, de autoria do ilustre amigo blogueiro.

E ao Jornalista Fabio Marques parabeniza-lo pelo belo comentário escrito em seu próprio blog.

Daniel Alves disse...

Meu caro amigo Fabio,

Quero lembra-lo que os assuntos políticos de Guajará-Mirim me dizem muito respeito sim!

Sou proprietário de uma bela casa nesse município, pago meus impostos e todos os meses envio recursos financeiros que são gastos no comércio dessa maltratada porém simpática cidade.

Desejo ao amigo melhores dias, e você sabe que é verdade.

Fábio Marques disse...

Quando me refiro a guajaramirense, estou falando de autóctones, nativos, natos, e não de antíctones, de fora.

Fábio Marques disse...

Gustave Flaubert quando escreveu Madame Bovary também foi mal comprendido e à posteriori esculachado pela sociedade parisiense da época. sofreu processos por ter levado á superfície toda a hipocrisia que reinava, quando pôs às escâncaras com detalhes e pormenores a falsa moral daqueles tempos, recheada de coisas vulgares e muitas cornagens.
Quando escrevo aqui sobre problemas pessoais, diatribes e devaneios, muitas vezes o faço somente pela irreverência com todas as suas variantes e sem nenhum compromisso com as conveniências de plantão. Neste textos não procuro nenhuma maneira de ser relevante, mas somente polemizar. Esta é a minha diretriz. E parece que pelo visto, consigo. Este por, exemplo, conseguiu fomentar espanto, grosseria, ódio e ignorância. E só porque verbalizei por meio de palavras alguns desejos incontidos e satisfi através do imaginário impulsos frustrados, acabei mexendo com a mediocridade reinante desta grande Guajará e com a imbecilidade coletiva daqueles que fazem mau uso do vernáculo para expor suas malfazejas tertúlias. Para estes que que graças à sua incultura, ou no máximo cultura televisesca, aproveitam a maquiagem da tecnologia, mantendo-se no anonimato para atacar de suas casamatas este pobre escriba, quero dizer que vivo da minha maneira porque assim escolhi.
Posso não saber onde estou indo mas sei que estou no meu caminho (Raul Seixas). muitos me interpretam meu estilo epicurista de ser como devasso. O filósofo Epicuro devotou sua vida á busca insaciável do prazer. Gostava de comer bem, beber bem, do ócio tranquilo, dos prazeres da leitura e da conversa agradável com um pequeno grupo de amigos com pensamentos afins. Meus amigos são hoje as únicas pessoas a quem preservo minha alma e meu coração. Gosto deles e eles de mim, e daí?
No mais, como dizia Oscar Wilde: “Se você me der o supérfluo, eu dispenso o indispensável”.

Daniel Alves disse...

Pô que profundo esse comentário.
Não entendi nada.

Daniel Alves disse...

PÔ Fábio, só eu, o beradeiro e o brucutu que te damos audiência.

Cadê os amigos???

Fábio Marques disse...

Os amigos de verdade não vem aqui para me sacanear. Amigos de verdade são aqueles que te lembram com carinho e te seupreendem de uma hora para outra. Hoje posso contar com amigos de coração como o Coronel Matos, Paulinho Medeiros, Alex Casara, Leo Nogueira, Dome, Evângelo Vassilakis, Cavalcante, Sérgio Bouez e claro, CTM. São pessoas que me deram aquela força no momento em que mais precisei em errática e tumultuária existencia sem e nunca jogaram isso para ninguém na minha cara. A eles, sim, devo gratidão. E a gente vai levando a vida...