segunda-feira, 17 de maio de 2010

SECOS E MOLHADOS EM GERAL

Semana passada apareceu nos arredores de Guajará-Mirim, um “emissário” midiático com ares de panfleto, cujas tendências deixaram explícito para a maioria do público que ainda entende alguma coisa que se passa nesta cidade o objetivo maior dos bancantes deste pergaminho impresso. O mote e interesse do jornal focava apenas achincalhar e colocar sob suspeita a intemerata e hoje confiável Câmara Municipal. A Tirania de palavras e fórmulas arcaicas de se fazer jornalismo, mesclado à queimação de incensos para secretário e Prefeito de Guajará e políticos da capital no conteúdo do inconsequente tablóide, ficaram patentes.

O artigo 5º da Carta Magna diz que toda e qualquer pessoa tem direito de opinião e expressão, de manifestar o que pensa. Sou totalmente a favor da liberdade de expressão, mas essa liberdade também precisa ter seus limites, até para garantia do próprio jornalista contra seus impulsos de desatino, estupidez e agressões desordenadas. Os ultrajes e disparates ali mostrados, quase todo mundo sabe que não passam de farpas e arranhões de gente que por não terem algumas miragens, fantasias e interesses satisfeitos, como reles trânsfugas, partiram para o outro lado da trincheira, e munidos de ódio e vingança passaram a atirar paus e pedras hipócritas contra a moral, a ética e a honestidade alheia. Coisa de gente rasteira e muito dada a fofoca, disse-me-disse, tricas e futricas. Quando este tipo de coisa acontece, a melhor coisa a se fazer é a gente levantar um pouquinho do chão e deixar a canalha sub-reptícia se arrastar por debaixo e seguir adiante no lodaçal onde chafurdam.

Maquiavel dizia que fazer política é meter a mão na merda. O jornalismo, sendo uma atividade política é a mesma coisa – ou quem sabe pior. Mas existe uma grande diferença entre meter a mão na merda como se fazia antigamente e o que ocorre hoje, por exemplo. Para nós do O Mamoré, este tipo de atitude está muito além dos nossos escrúpulos como profissionais do ramo, da nossa boa-fé, da nossa discrição e sensatez. O jornal O Mamoré, por sua tradição e ética social, é um jornal que conserva o espírito pluralista, ou seja, sempre procura apresentar os dois lados da moeda, o que lhe confere prestígio e credibilidade junto ao seu público, que é o seu maior patrimônio. Mais: o jornal O Mamoré é uma empresa com corpo completo: cabeça, tronco e membros. Tem sede própria e endereço fixado. Não está neste momento em lugar incerto e não sabido.

Em Guajará-Mirim, no que concerne à imprensa, respeito gente que merece respeito. Tenho elevada estima pela amiga Minerva Soto, pelo colega Aluízio da Silva e pelos também colegas de profissão, Samuel Barros, Jorge Câmara, Chico Ceará, Ricardo Vilhegas, Ronivon Barros, Ivã Mendes, João Teixeira, Roberto Nunes, Jean Oliveira e Edson Almeida.

Agora é claro que aqui e acolá sempre vão aparecer gente paridos no “Diabo-que- os-carregue”, que em sua avidez por “commodities’ financeiros, regalias e vantagens pessoais, além de denegrir a imagem da imprensa ao transforma-la em mercado de valores ou num armazém de secos e molhados, acabam por rotular-se a si mesmos em sem-vergonhas, falsos, trambiqueiros,, nó-cegos, canalhas e traíras da pior espécie. Tái o RG, CPF e atestado de vacina anti-rábica desta gente à-toa.

11 comentários:

EDILamar disse...

Mas pra que tanto drama?
Basta que a Câmara apresente documentos sérios que mostrem quanto cada vereador recebeu a título de diárias, as datas da viagem e motivo do deslocamento. Simples assim. A tática do Presidente da Câmara de desqualificar quem o denuncia é velha e fascistóide. Ao povo não interessa quem denunciou e porquê. Interessa se é verdade ou não. Esse chilique todo dá a entender que tem coelho nesse mato. Que a Câmara abra sua contabilidade para uma auditoria independente. Transparência com o dinheiro público!! Quem não deve não teme.

J. Carlos disse...

Um jornal ou um jornalista não é bom ou mau se bajula ou expõe os podres dos poderosos. Em vez de ficr atacando quem denunciou irregularidades na sua gestão, o Presidente da Câmara deve abrir a contabilidade de forma ampla e irrestrita.Dizer que as contas foram aprovadas não lhes dão a aura de moralidade. Queremos ver O QUE foi gasto, QUEM gastou e COMO gastou!!

BOLIVIANO disse...

DEIXA DE SER MANÉ , VC ACHA Q ERNGANA ALGM??? QUALQUER SEMI-ANALFABETO SABE Q O CÉLIO É PILANTRA E Q VC DÁ O CU P QUALQUER POLÍTICO POR UMA CERVEJA, continue fazendo seu trabalho sujo e ineficiente(um dia a casa cai) vetando comentários , não é à toa q isso aqui tá cada vez mais vazio.Quando seus "patrocinadores" perceberem q isso aqui não dá IBOPE, vai perder umas cervas.

Fábio Marques disse...

Deixei este comentário de propósito não só apenas porque acho que todo mundo, até mesmo este analfa e filho duma puta cuja mãe já deve ter saldo a perder de vistas lá no Boca Negra, mas também por motivos que seria de boa excelência explicitar ao energúmeno, réprobo e recalcitrante missivista que apenas faço o meu trabalho, que é o "public relations" da Câmara Municipal. Dentre minhas incumbências, cabe a de divulgar o trabalho laborioso dos digníssimos vereadores desta intemerara Casa de Leis. Agora se este corno e jumento não entende isto, acho também que este brontossauro tá precisando de um beabá do Mobral.

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Saldo a perder de vistas do boca negra foi ótima!!!!!

Patuléia disse...

Ôôôpa... Emoções no blog!!!
E em altíssimo nível.

Zé Ruela disse...

"Trabalho laborioso dos digníssimos vereadores desta intemerata Casa de leis". Isso soa como ironia da sua parte. Só pode ser. Duvido que, lá no seu íntimo, você pense mesmo assim. Só pode estar de sacanagem. Mas se foi piada, saiba que foi muitíssimo boa, intemerato escriba!!! Hahahahahahaha...
Os murídeos vereadores devem lhe ser muito gratos.

Anônimo disse...

Mas que a Câmara tá mal de Public Relations, isso tá....

Caboclo beiradeiro disse...

Uma coisa é denunciar quando o jornalista tem compromisso com a verdade dos fatos, com a responsabilidade social que o exercício de porta-voz do povo requer. Outra coisa é denunciar por mera vingança, por não ter seus pedidos atendidos, como bem queria este "pseudo-jornalista" vindo sei lá de onde. Aos que não sabem, Xico Nery praticamente exigia diariamente uma assessoria na Câmara de Vereadores, com salário de R$ 3.000.00 por mês. Quando viu que seu sonho em ser assessor não se realizaria, partiu para o ataque. Fez as denúncias em um jornal que apareceu do dia para a noite e depois sumiu. Essa prática, deixa de ser jornalismo responsável e isento, e configura EXTORSÃO. Uso de ameaças, coação ou intimidação para obter dinheiro de alguém.

Não defendo aqui o presidente da câmara, não defendo ninguém. Que fique claro aos caros internautas que, se caso o vereador célio tivesse atendido o pedido do xico nery, as tais denúncias, jamais se tornariam de conhecimento público.
E aí fica a pergunta: "De fato, xico nery tem compromisso com quem?? Com o povo, que merece saber a verdade, ou com quem paga mais para comprar o seu silêncio??

Fábio Marques disse...

Meu caro amigo "Caboclo Beiradeiro", que sei muito bem quem é (é gente boa e da paz). Excelente sua postagem. Só faltou dizer que no assento da matéria do pseudo-jornal, há muitas notícias plantadas e inexatas ou mesmo contrária aos fatos, ao uso do direito de opinião e ao bom senso. Esta é a diferença entre um panfleto e um jornal de respeito e conceito na cidade. O teor do primeiro não tem fé pública, enquanto o do outro se destina a expressar a verdade e não encobri-la. Tudo o mais que se viu naquele falso panfleto é dolo, fraude, embuste, mentira e crime. Um não tem validade legal (Razão social, CNPJ falso, assim como falsários seus idealizadores). Já o nosso ( digo o nosso porque você um dia já fez parte da equipe) está estatuído na lei e nos órgãos afins. Por enquanto é só. Abraços!

J. Carlos disse...

Tudo bem que o cara seja um tranqueira, estelionatário e chantagista. Isso é problema lá com a polícia.
Mas e a denúncia? É verdadeira? deve ser apurada e não escamoteada como estão fazendo. Se for verdadeira é problema nosso, do Ministério Público e da polícia também.
Não podemos perder o foco. Se existe farra das diárias, pessoas devem ser punidas e processadas por improbidade administrativa. E vocês sabem muito bem quem são essas pessoas.