Há mais de vinte anos a situação política do município – todos sabemos - é caótica. Mas nada se compara com o que acontece hoje. A situação política está fora dos parâmetros nunca antes vistos. Esta situação faz com que sintamos vergonha de vivermos em uma sociedade onde os valores éticos e morais já não mais existem. E mais: faz com que sintamos até um pouquinho de ódio de nós mesmos por sermos representados por algumas espécies de “Homo Sapiens” que hoje são os artífices e mentores da politicagem guajaramirense.
Refém do atraso sócio-econômico desde 1.990, Guajará-Mirim também vem sofrendo com políticos que se aproveitam da ignorância política do povão para fazer discursos cheios de demagogia e promessas que nem eles mesmos acreditam. E como tem gente que acredita em demagogias! Passaram-se os anos, trocaram-se prefeitos, mas só uma coisa permanece imutável. Nada muda, nada melhora! Quando falo em mudanças, me refiro a progresso e desenvolvimento. Me refiro à criação de empregos, de melhores escolas, melhor saúde pública e melhor qualidade de vida.
Hoje a cidade está às voltas com os conflitos entre Executivo e Legislativo com desgastes para ambos os lados e prejuízo para a sociedade. O atual prefeito Atalíbio Pegorini tem aberto contra si uma CPI para que responsabilidades sejam apuradas. Especula-se nos bastidores que conforme sejam os caminhos a serem seguidos pela Comissão de investigação, o prefeito poderá renunciar ao cargo ante a evidência do pedido de “impeachment” que se formula nesta CPI.
Os vereadores que fazem parte da Comissão fazem somente o seu trabalho, que é o de fiscalizar os atos do Executivo e denunciar eventuais atos falhos, Toma-la-da-cá, nepotismo, apadrinhamento no serviço público, conchavos, cartas marcadas e favores oficiais. Aliás, a troca de favores na atual administração faz parecer que a Prefeitura se transformou num balcão de negócios pessoais. Não executam políticas públicas voltadas para o progresso e desenvolvimento. A política, para o atual prefeito, nada mais significa do que pedir dinheiro para o governador do Estado.
Vale ressaltar que progresso e desenvolvimento não se caracteriza pela reforma de um hospital e muito menos pelos falsos anúncios da chegada de novos empreendimentos. Progresso se faz com a prancheta de orçamento com planilhas que deverão ser voltadas para o bem estar da população com todos os recursos aplicados em tempo integral na educação, na saúde e em saneamento básico. Progresso também se faz através da pressão política com prefeito e vereadores agindo em prol da cidade e buscando implantar políticas que induzam grandes empresas, fábricas e usinas a virem se instalar aqui, investir em Guajará-Mirim e não pedindo “verbinhas” ou emendas junto a governador ou deputados de Porto Velho ou de Brasília.
Riquezas naturais em Guajará é o que não falta. Incentivos fiscais também não. O problema é que nossas riquezas só servem para tornar os povos da BR mais ricos ainda. Seus caminhões destroem nossas avenidas e nos deixam comendo “ipsis literis” poeira e cada vez mais na pobreza.
O que guajará-Mirim precisa é de grandes projetos que se traduzam em Efetivo.

3 comentários:
Nessa cidade não sei quem é mais inútil, o Prefeito ou a Camara de Vereadores. O que é que esses camaradas fiscalizaram nesse e nos demais períodos???
E você meu amigo jornalista, esse seu blog parece mais o muro das lamentações. Sempre a mesma choradeira todas as semanas.
Vá atrás de notícias. Se elas não existem é melhor procurar outro meio de vida.
Jornalista – s. m+f+gls 1 Profissional da comunicação que, quando não está desempregado, trabalha na imprensa. 2 Pessoa que rala pra cacete, ganha mal, mas é apaixonada pelo que faz; o mesmo que artista mambembe; louco. 3 O arauto da verdade e da mentira também. 4 Aquele que adora uma desgraça ou notícia ruim; urubu. 5 (Psicologia) Sujeito vaidoso, com ego muito grande. 6 (depreciativo) Jornaleiro; fofoqueiro; sem-diploma; reporterzinho; escrevinhador. 7 (Sociologia) Indivíduo com grande dificuldade de interação social e familiar, em função do trabalho árduo. 8 (jurídico) Aquele que foi condenado à maluquice perpétua, sem direito a habeas-corpus. 9 (antigo) Profissional que saía às ruas para apurar informações. 10 J. especialista: Aquele que acha que entende muita coisa de um único assunto; J. generalista: Aquele que não entende porra nenhuma de diversos assuntos. 11 (Folclore) Alma boêmia que vaga em noites de lua cheia, nova, minguante, crescente ou mesmo em noites sem lua por bares de reputação duvidosa
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