domingo, 6 de setembro de 2009

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DISCUTE ZONA FRANCA COM VEREADORES

Aconteceu às 10:00 horas da última terça-feira (01) na sala presidencial da Câmara de vereadores uma reunião com a representação da Associação comercial e os vereadores de Guajará-Mirim em toda sua unanimidade com o objetivo de discutir a proposta de expansão da área de livre comércio e colocar o Poder Legislativo a par da medida que pode alterar algumas cláusulas contratuais e que só iriam beneficiar interesses particulares em prejuízo do progresso e desenvolvimento de Guajará-Mirim. Este encontro ocorreu sob o signo do consenso e das boas intenções. Tanto a Câmara como a Associação foram contrários à emenda que altera a lei que concede a Guajará-Mirim a total autonomia sobre a área de livre comércio.

Segundo o presidente da Associação Comercial Alberto Azzi (Teló), em tempos recentes uma comissão de Guajará-Mirim esteve em Brasília e apresentou propostas junto a representação federal do Estado dando ênfase a tal emenda. Pelas falas do presidente da Associação, esta comissão foi encabeçada por um empresário que atua no ramo de lobbies comerciais e nesta ocasião se instou auto-intitulado “Assessor Municipal para assuntos da Área de Livre Comércio”. Ainda segundo o presidente, este “Assessor” teve suporte logístico da diretoria da Unir e do Poder Executivo. Até o fechamento desta edição o jornal O Mamoré não conseguiu apurar se a Prefeitura tem esta assessoria dentro de seus quadros.

Em sua exposição o assessor de comunicação da Associação Comercial Cícero Noronha argumentou que “com a expansão proposta por esta comissão, a área de livre comércio iria se estender até Porto Velho e com isso a economia de Guajará-Mirim que hoje se acha estagnada iria à bancarrota, uma vez que a tendência das empresas que hoje operam em Guajará-Mirim seria migrar para a capital, haja vista a questão custo-benefício no que se refere a frete de cargas e economia de combustível já que entre Porto Velho e Guajará-Mirim são quase 400 quilômetros de distância”. Cícero disse ainda que só quem tem a lucrar com isso são setores do segmento atacadista distribuidor que não se preocupam em melhorias sócio-econômicas para Guajará-Mirim, ao contrário dos quase 800 pequenos comerciantes desta cidade (supermercados, tabernas, açougues, padarias, bares, restaurantes, farmácias, hotéis, lojas de móveis e eletrodomésticos, confecções e calçados) que investem aqui porque aqui tem raízes e família.

A área de livre comércio tem como objetivo a importação e exportação de produtos e mercadorias com livre trânsito através de incentivos fiscais entre países de fronteira, que além de incrementar a atividade comercial tem toda uma política voltada no sentido de estreitar as relações bi-laterais.

11 comentários:

Sir Adam Smith disse...

Sobre a área de livre comércio de Guajará-Mirim, o nobre publicitário Cícero Noras esqueceu de mencionar na referida matéria que se o empresariado local conseguir nivelar o impulso produtor com o impulso de contenção da demanda, é lógico que vai ter uma maior folga de meios para poder exercer um melhor controle sobre a economia de mercado. Claro está que vai ser preciso sanear os estabelecimentos de créditos, reduzir a especulação mercenária, estabelecer uma margem de lucro do meio circulante, conter a espiral da inflação e a flutuação cambial, a fim de melhorar a receita de estágio e estimular o complexo produtor vertical. Se alguém o vir, passem para o pseudo-entendido estas pequenas lições de um pseudo-economista.

Galbraith disse...

Perfeito sir, Perfeito. Porém seria salutar pôr em evidência que se por um acaso a área de livre comércio conseguir alfandegar a área portuária de G.Mirim, as coisas iriam melhorar ainda mais, haja vista que a gente se livraria de uma vez por todas da cornualha de brucutus que hoje operam ali e que nada fazem além de atender muitíssimo mal os turistas que nos visitam, vender facilidades para gente do interesse deles e extorquir comerciantes e contrabanditas de nossa fronteira para comprarem carros e casas muito além do padrão condizente com ordenado que auferem.

Let disse...

Puta que o pariu! O Galbraith falou tudo o que eu ia falar. Mas é isso mesmo, bando de vagabundos esses inoperantes que agem em nome da lei, mas na verdade não valem as cuecas emerdalhadas que vestem. Safados. Não tô dizendo todos, mas tens uns alí que não valem um penico de merda. agora cornualha é por tua conta ô Galbraith!

Charles disse...

Não, eu já falei pro Fábio lá no bar do Clóvis, Guajará só vai melhorar no dia em que começar a morrer gente! Tem que morrer gente!!!

El Diablo disse...

Deixa o Charles ficar sabendo q ele "postou" esse comentário aqui...!

Charles disse...

Não, eu falo e digo, esse pessoalzinho aí da receita, a maioria é vagabundo. Eu dou é cotôco prum fila da puta desse! Ora, eu tô sabendo das coisas rapáz! Tô nem aí! Pode processar

Evângelo disse...

Ei , Fábio! encontrou um jeito meio nojento de resolver o problema da falta de comentários... parece coisa de petista!!

Zé Ruela disse...

De vagabundagem esse pessoal entende mesmo. Não fazem porra nenhuma e dependem das mulheres até pra tomar uma cerveja.
Nunca estudaram e não passam nem em concurso pra Gari. Não trabalho na alfândega e sequer sou funcionário público. Mas sei distinguir uma inveja braba de uma crítica bem embasada.

Carcará disse...

Esse papo de novo?
E a mesma briguinha de putas velhas...
Enquanto isso o grupelho que quer acabar de vez com Guajará acaba levando a área de Livre Comércio para Porto Velho. Aí vão parar de reclamar de carretas, mas centenas estarão desempregados.
Se as forças políticas de Guajará não se mobilizarem Guajará vai pro ralo, enquanto pseudo-economistas, pseudo filósofos, pseudo-entendidos e pseudo trabalhadores ficarem vigiando a vida alheia e nada fizerem para o bem de nossa cidade.

Anônimo disse...

É... o Evângelo arrancou sua máscara. Que nojo!!
Parece coisade quem trabalha na Câmara de Vereadores.

Charles disse...

Humm... não vou falar é mais nada...